A viabilidade de um projeto blockchain começa pela pergunta “qual problema precisa ser resolvido?”. Se o problema não envolve confiança compartilhada, rastreabilidade, regras verificáveis ou coordenação entre partes, uma base de dados convencional pode ser suficiente.
Em seguida, vale mapear os participantes, os direitos de acesso, o tipo de dado, a frequência das operações, as integrações e os limites de privacidade. Esses elementos ajudam a distinguir o que deve estar em uma rede e o que pode permanecer fora dela.
A análise também precisa considerar operação, governança, chaves, suporte, custos, continuidade e conformidade. Uma prova de conceito pode reduzir incerteza, mas não substitui o desenho do produto nem a validação das responsabilidades.
Ao final, a recomendação deve registrar a hipótese, os riscos, as alternativas e os próximos passos. Uma boa consultoria não força o uso da tecnologia: ela melhora a qualidade da decisão.